Visita de estudo a Conímbriga

Minotauro e o Labirinto, Conímbriga
 Fotografia tirada pela aluna Diana Rocha, n.º 7


Conímbriga

"Conímbriga é uma cida maravilhosa, cujo aspeto é muito interessante, pois em tempos anteriores esta cidade foi habitada pelos Romanos.
Existem inúmeros vestígios dos Romanos em Conímbriga, o que torna aquele lugar uma autêntica relíquia para todo o património nacional.
Gostei imenso desta visita, porque deparámo-nos com factos reais e não somente com "teorias".
Conímbriga transmite-nos um clima de paz e estabilidade, porque esta cidade teve vários obstáculos e, felizmente, tudo acabou bem. É de salientar que esta cidade baseou-se em Lisboa e Braga, daí o nome "Bracara-Augusta" (Braga) e "Olipso" (Lisboa)."


Alexandra Oliveira, n.º 1


Casa dos repuxos - cidade de Conímbriga

"A casa dos repuxos foi o local de que eu mais gostei. Era uma grande residência aristocrática e constitui o melhor exemplo da arte do mosaico, da pintura moral e da arquitetura dos jogos de água que se conhece na cidade. A sua construção data de inícios do século I."

Ana Vieira, n.º 4



O que eu mais gostei em Conímbriga foi a "casa dos repuxos", pois é uma construção que prova que os Romanos eram um povo bastante avançado para a sua época e tinham uma grande engenharia, inteligência, imaginação e grandiosidade. 

Ana Luís, n.º6


Eu confesso que não gostei muito de ir a Conímbriga. Já lá tinha estado uma vez e gostei mais. O que eu achei mais interessante foi quando o senhor falou no facto de Hitler se ter inspirado num desenho daquela altura e, também, quando no final passamos por um local onde a guia pôs uma fonte a funcionar.

Joana Catarina, n.º11


Visita a Conímbriga

O que eu mais gostei foi a visita à casa dos repuxos, que era uma residência aristocrática. Esta casa / edifício é um exemplo de arte do mosaico, da pintura mural e da arquitetura dos jogos de água. 
Também gostei muito das galerias que visitamos sobre construção civil, tecelagem e agricultura.

Joana Araújo, n.º 12


Relatório da visita de estudo 

O que eu mais gostei na visita de estudo foi a visita a Conímbriga, pois estive lá pela segunda vez e fez-me lembrar novamente a nossa civilização, sobretudo pela forma como sobreviviam e o luxo de algumas "domus".
É uma cidade fantástica e considero que todos a deveríamos visitar, pois penso que é quase um dever patriótico. 

João Miguel, n.º 14


Conímbriga

Gostei muito de visitar este lugar, uma vez que já tinha ouvido falar muito bem dele, mas nunca tinha tido oportunidade de lá ir.
Penso que o motivo maior do meu interesse foi ver coisas que já tínhamos falado nas aulas de História e Latim, nomeadamente o labirinto do Minotauro, lenda que estudamos em Latim.
Para além dos bons tempos passados a ver os magníficos vestígios romanos, foi também muito vantajoso para a nossa cultura.

João Pedro, n.º 15


Visita a Conímbriga

O que mais gostei da visita a Conímbriga foi a casa dos repuxos, que era uma grande residência aristocrática, construída sobre um anterior edifício, do qual foi reaproveitada. Esta casa notável constitui o melhor exemplo de arte do mosaico, da pintura mural e da arquitetura dos jogos de água que conhecemos na cidade.
Por fim, também gostei muito das galerias que visitamos, onde estavam representados: equipamento militar; adorno pessoal; serralharia e vidraria; olaria; iluminação; escrita e passatempos; construção civil e fiação; tecelagem e agricultura. 

Paula Moreira, n.º 18






Todas as fotos são da Casa Dos Repuxos, a minha parte favorita da visita a Conímbriga. Adorei saber o quão os romanos eram tecnologicamente avançados e, também, a beleza deste jardim interior não podia passar despercebida!


Texto e fotografias da autoria da aluna Sofia Miguel, n.º20

A deusa Minerva



A deusa Minerva, Universidade de Coimbra
 

Universidade de Coimbra




"Minerva  (Atena, na mitologia grega) era uma deusa romana. Deusa das artes e da sabedoria, era filha de Júpiter. 
Minerva era representada com um capacete na cabeça, com um escudo no braço e com uma lança na mão (pois Minerva era deusa da estratégia de guerra), tendo também junto a si um mocho e vários instrumentos matemáticos (motivo pelo qual era conhecida como a Deusa da Sabedoria). Esta deusa era para os atenienses a Deusa de Excelência, da Misericórdia e da Pátria. 
Minerva é atualmente o símbolo oficial dos engenheiros ."

Trabalho realizado pela aluna Diana Rocha.

Rómulo e Remo


De fabulosa Romae origine

Rómulo e Remo

* Material usado na aula de dia 29 de Fevereiro de 2012.

O Mito de Orfeu e a poesia

Orfeu Rebelde

Orfeu rebelde, canto como sou:
Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis...
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que há gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.
Bicho instintivo que adivinha a morte
No corpo dum poeta que a recusa,
Canto como quem usa
Os versos em legítima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.

Miguel Torga


Orpheus and Euridice, 1890, George Frederic Watts RA


Descida aos Infernos

Desço aos infernos, a descer em mim.
Mas agora o meu canto não perfura
O coração da morte,
À procura
Da sombra
Dum amor perdido.
Agora
É o repetido
Aceno
Do próprio abismo
Que me seduz.
É ele, embriaguez nocturna da vontade,
Que me obriga a sair da claridade
E a caminhar sem luz.

Ergo a voz e mergulho
Dentro do poço,
Neste moço heroísmo
Dos poetas,
Que enfrentam confiantes
O interdito
Guardado por gigantes,
Cães vigilantes
Aos portões do mito.

E entro finalmente
No reino tenebroso
Das minhas trevas.
Quebra-se a lira,
Cessa a melodia;
E um medo triste, de vergonha e assombro,
Gela-me o sangue, rio sem nascente,
Onde o céu, lá no alto, se reflecte,
Inútil como a paz que me promete.

Miguel Torga


*Deves consultar a ficha informativa distribuída na aula de dia 2 de Dezembro de 2011.

A mitologia na atualidade: O Mito de Orfeu


Excerto de um episódio da série britânica Skins, onde uma das personagens da série (Effy) lê o mito de Orfeu a partir de um livro infantil de mitologia clássica. 

* Material usado na aula de dia 2 de Dezembro de 2011.

O Mito de Orfeu

Orpheus and Eurydice, 1806 , C. G. Kratzenstein-Stub

"O mito de Orfeu é um dos mais obscuros e carregados de simbolismo que a mitologia helénica conhece. Atestado desde tempos remotos, desenvolveu-se até se tornar uma verdadeira teologia em torno da qual existia uma abundante literatura, em larga medida exotérica. (…) Como as musas, Orfeu habita perto do Olimpo, onde é ligeiramente representado, cantando, vestido com os trajos dos Trácios. (…) Orfeu é o cantor por excelência, o músico e o poeta. Toca lira e «cítara», instrumento cuja invenção lhe é atribuída. (…) Orfeu sabia cantar melodias tão suaves que até as feras o seguiam, as árvores e as plantas se inclinavam na sua direção e os homens mais rudes se acalmavam. (…) O mais célebre mito protagonizado por esta personagem é o da descida aos Infernos por amor da esposa, Eurídice. Um dia, quando passeava na margem de uma ribeira da Trácia, foi perseguida por Aristeu, que a pretendia violar. Na fuga, pisou uma serpente escondida na erva, que a mordeu, causando-lhe a morte. Orfeu chorou desesperadamente e não hesitou em descer aos Infernos para a procurar. Com a sua lira, encanta os monstros e os deuses que aí habitam. Hades e Perséfone consentem em devolver Eurídice a um esposo que dá uma tal prova de amor. Mas impõe uma condição: Orfeu atingirá de novo a luz do dia, seguido da mulher, sem se voltar para trás para a ver, antes de ter deixado o reino das trevas. Orfeu aceita e pôs-se a caminho. Estava quase a ver a luz do dia, quando uma dúvida terrível lhe veio ao espírito: Persófone não o teria enganado? Logo se volta para trás e, no mesmo instante em que o fez, uma força irresistível arrastou de novo Eurídice. Em vão tenta voltar aos Infernos para a procurar, mas Caronte está agora inflexível e é-lhe recusada a entrada no mundo subterrâneo. É então obrigado a voltar para junto dos humanos, desconsolado." 

In Pierre GRIMAL, Dicionário da Mitologia Grega e Romana (tradução de Victor Jabouille), Lisboa, Difel.

*Material usado na aula de dia 2 de Dezembro de 2011.

O cinema e a mitologia: A deusa Vesta


 The Fall of the Roman Empire, Anthony Mann, 1964


Excertos do filme The Fall of the Roman Empire (A Queda do Império Romano) onde Lucilla, uma personagem feminina, se dirige, por duas vezes, à deusa Vesta, deusa do lar.

Podes visionar o trailer do filme aqui
* Material usado na aula de dia 2 de Dezembro de 2011, a propósito do texto Venvsta Sempronia (página 88 do Manual).